Quem sabe, sabe
Nada como noites de solidão para saber que nada tem muito sentido se não estamos nos braços de quem a gente gosta.
“De repente, no meio dessa desarrumação feroz da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio. Mas por que, para que, essa eterna curiosidade, essa fome de outros corpos e outras almas?"
Errante, publicitário, jornalista.
2 Comentários:
Amore! Espero não estar sendo presunçosa imaginando que os braços que te dão sentido à vida seriam os meus!
mil beijos
Ora, Doc. Já lhe disse que falsa modéstia não lhe cabe.
Beijo,
r
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