quarta-feira, 9 de março de 2011
De Túnis a Madison
sexta-feira, 4 de março de 2011
Era a chance da gente ver futebol às 8 da noite

quinta-feira, 3 de março de 2011
Praga
terça-feira, 1 de março de 2011
Hurricane domiciliaris
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Recaídas
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Salve, George
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Hay gobierno...
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Meu pai fala cada merda
“A pior coisa que você pode ser é mentiroso. Tá, tudo bem, a pior coisa que você pode ser é nazista, mas a segunda pior é mentiroso. Nazista, um; mentiroso, dois.”
“Aquela mulher era sexy… Muita areia para o seu caminhãozinho? Filho, deixe que as mulheres descubram por que não querem transar com você. Não faça isso por elas.”
Sobre o primeiro dia no jardim de infância: “Você achou difícil? Se o jardim de infância foi difícil para você, tenho más notícias sobre o resto da sua vida.”
Sobre espírito esportivo: “Você arremessou muito bem no jogo, é sério. Estou orgulhoso de você. Infelizmente, seu time é fraco… Não, você não pode ficar com raiva das pessoas porque elas são fracas. A vida vai ficar com raiva delas, não se preocupe.”
Sobre fazer silêncio: “Só quero um pouco de silêncio… Meu Deus, isso não significa que não gosto de você! Significa apenas que, neste momento, gosto mais do silêncio.”
Sobre amizade: “Você tem bons amigos. Gosto deles. Acho que eles não transariam com sua namorada, se você tivesse uma.”
Sobre festas de pijama: “Tem salgadinhos no armário e sorvete no congelador. Fiquem longe das facas e do fogo. Muito bem, já fiz minha parte. Agora, vou para a cama.”
Sobre os exames de admissão para a universidade: “Lembre-se, é apenas um teste. Se você fracassar, isso não significa que você é um merda. Dito isso, tente não fracassar. Isso é importante.”
Precisava?
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Dona Dilma, Dona Dilma...
Miro: com Palocci no Planalto, ortodoxos voltaram a ganhar força
As decisões recentes do governo parecem indicar um triste regresso ao “malocismo” – uma mistura de Pedro Malan, czar da economia no reinado de FHC, e Antonio Palocci, czar da economia no primeiro mandato de Lula. Os seus efeitos poderão ser dramáticos, inclusive para a popularidade da presidenta Dilma.
por Altamiro Borges, em seu blog
A decisão da presidenta Dilma Rousseff de promover um corte cirúrgico de 50 bilhões no Orçamento da União confirma que os tecnocratas neoliberais estão com a bola toda no início do novo governo. Eles já bombardearam a proposta de aumento real do salário mínimo, aplaudiram a decisão do Banco Central de elevar a taxa de juros e, agora, festejam os cortes nos gastos púbicos. Tudo bem ao gosto das elites rentistas e para delírio da mídia do capital, que agora decidiu bajular a nova presidenta.Na justificativa para o corte dos gastos, o ministro Guido Mantega, tão duro contra o sindicalismo na questão do salário mínimo, mostrou-se dócil diante do “deus-mercado”. Sem meias palavras, ele afirmou: “Nós estaremos revertendo todos os estímulos que fizemos para a economia brasileira entre 2009 e 2010... Nós já estamos retirando esses incentivos e agora falta uma parte deles que estão sendo retirados do Orçamento de 2011, que são os gastos públicos, que ajudaram a estimular a demanda”.
Um triste regresso ao “malocismo”?
Numa linguagem empolada, típica de quem esconde as maldades, Mantega argumentou que “este ajuste, esta consolidação fiscal, possibilitará que nós alcancemos o superávit primário” – outro termo que causa orgasmos nos banqueiros e rentistas. A União, explicou o ministro, já teria reservado “quase R$ 81,8 bilhões” somente para o pagamento dos juros – isto é, o dobro dos investimentos orçamentários destinados ao Plano de Aceleração do Crescimento, o PAC (de R$ 40,15 bilhões).
Na prática, as decisões recentes do governo parecem indicar um triste regresso ao “malocismo” – uma mistura de Pedro Malan, czar da economia no reinado de FHC, e Antonio Palocci, czar da economia no primeiro mandato de Lula. Os seus efeitos poderão ser dramáticos, inclusive para a popularidade da presidenta Dilma. De imediato, as medidas de elevação dos juros e redução dos investimentos representam um freio no crescimento da economia e, conseqüentemente, na geração de emprego e renda.
Suspensão de concursos e outras maldades
Além de reduzir o papel do Estado como indutor do crescimento, o corte drástico de R$ 50 bilhões no Orçamento da União terá impacto nos serviços públicos prestados à população. O governo já anunciou a suspensão dos concursos para a contratação de novos funcionários e protelou a nomeação de 40 mil servidores aprovados em seleções anteriores. Para Maria Thereza Sombra, diretora da Associação Nacional de Proteção e Apoio aos Concursados, estas medidas levarão ao “estrangulamento da máquina”.
Empolgado com a retomada de alguns dogmas neoliberais, O Globo diariamente dá manchete às medidas de “ajuste fiscal” do ministro Mantega. Na edição de 10 de fevereiro, o jornal festejou: “O corte de R$ 50 bilhões nas despesas do Orçamento de 2011 deixará alguns ministérios a pão e água”. No estratégico Ministério da Ciência e Tecnologia, por exemplo, o corte previsto é de R$ 1,3 bilhão. Até o sistema de vigilância ambiental, alardeado após a tragédia carioca das chuvas, corre sério risco de ser enterrado.
A ditadura do capital financeiro
Como se observa, as perspectivas no início do governo da presidenta Dilma Rousseff são preocupantes. Ainda é cedo para se fazer qualquer avaliação mais conclusiva, taxativa. Mas há indícios de que as velhas teses ortodoxas voltaram a ganhar força no Palácio do Planalto, sob o comando do todo-poderoso ministro Antonio Palocci. Na prática, a opção por retomar a desgastada ortodoxia neoliberal, com aumento dos juros e cortes dos investimentos, evidencia a força da ditadura financeira no Brasil.
Esta opção, porém, não tem nada de racional sob o ponto de vista dos trabalhadores. Foram exatamente as medidas heterodoxas de estímulo ao mercado interno, adotadas no segundo mandado de Lula, que evitaram que o país afundasse na crise mundial que abala o capitalismo desde 2008. Nas eleições de 2010, o povo votou na continuidade e no avanço daquele modelo econômico de desenvolvimento e não na regressão à ortodoxia neoliberal.
Frases do Homer Simpson
“A culpa é minha e eu a coloco em quem eu quiser.”
“Se algo é difícil de fazer, então não vale a pena ser feito.”
“Bart, com US$ 10.000 nós seremos milionários. Nós poderíamos comprar todo tipo de coisas úteis como… amor.”
“Sair de casa para quê? De qualquer forma, vamos acabar voltando para casa.”
“Tentar é o primeiro passo para o fracasso.”
“Marge, lembre-se, se algo der errado na usina, culpe o cara que não sabe falar inglês.”
“Bem, ele pode ter todo o dinheiro do mundo, mas tem uma coisa que ele não pode comprar… um dinossauro.”
“Eu não estava mentindo. Estava escrevendo ficção com a boca.”
“Existem três frases curtas que levarão sua vida adiante: ‘Não diga que fui eu’, ‘Oh, boa idéia chefe’ e ‘Já estava assim quando cheguei’.”
“Filho, quando você participa de eventos esportivos, não importa vencer ou perder, e sim o quão bêbado você fica.”
“Operador, me dê o número do 911!.″
“Eu não sou normalmente alguém que ora, mas se você estiver aí em cima, por favor me salve, Superman.”
“Álcool, a causa e solução de todos os problemas.”
“Deus, porque eu tenho que gastar 2 horas do domingo na igreja ouvindo as diferentes maneiras que irei para o inferno?”
“Cala a boca Pensamento, ou te enfio uma faca.”
“Eu não sou Deus. Deus tem barba branca e escreveu o Código Da Vinci.”
“Eu não bebo água… Os peixes transam nela.”
“Eu tenho 3 filhos e 1 dinheiro. Porquê eu não posso ter 3 dinheiros e 1 filho?”
“colocar meias…pra q? vou ter que tirar elas semana q vem mesmo!”
“Nâo importe o quanto você se dedique. Sempre haverá ao menos um milhão de pessoas no mundo melhor que você.”
“[Encontrando Aliens] Por favor, não me comam! Eu tenho mulher e filhos. Comam eles."


