quinta-feira, 28 de abril de 2011

Roteiro - Parte IV


Florença - 18 a 22/5

Ponte Vecchio: comércio ativo sobre o rio dos eletrodomésticos


Quarta, 18:
Na cidade das artes, nosso roteiro tem ânsias demais e tempo de menos. O negócio é sair de Padova de manhã, chegar a Firenze e deixar as trouxas o mais rapidamente possível no hotel, perto da estação, para ainda aproveitar o dia. Embora com instalações modestas, nossa base de operações foi estrategicamente escolhida pela localização: dá pra rodar quase tudo a pé. O centro histórico concentra a maioria das atrações.

Depois de adquirir o Firenze Card, esperamos ir logo de cara ao Duomo, Batistério e Museo della Opera do Duomo. Eu queria subir ao topo da cúpula, são centenas de degraus. Vamos ver.

Duomo: visto de qualquer ponto de Florença

Viu?
Quinta, 19:

No dia seguinte, tocamos pra Galeria Ufizzi, que aguentar mais de um dia em Firenze sem ir lá seria demais para Meguinha. Se der, vamos dar um pulo no Museo Galileo, ali pertinho. A história das descobertas científicas me atraindo, mais uma vez. Acredito que por ali, entre uma e outra perambulação, a gente já vai poder ir manjando a Ponte Vecchio e a Piazza Signoria, museu a céu aberto.

Ufizzi em português quer dizer "office"

Meg diante de Boticelli: uma vênus admirando outra


Uma pena que o Corredor Vasariano estará fechado ao público. Seria sensacional percorrê-lo.

Sexta, 20:
Rumo à Academia ver Davi. Depois, almoço no mercado da cidade. À tarde, o Museu Bargello, que, dizem, em acervo só perde para o Ufizzi. E dá-lhe igrejaiada, perambulações e cambaleadas.


Sábado, 21:
Já estamos no último dia. Vamos à Sta. Maria Novella. De lá, Pallazo Piti. É projeto para um dia inteiro. Quanto a sorvetes, jantares, vinhos... estou deixando para me ocupar com isto lá. Dizem que Firenze é uma cidade cara; talvez façamos uma ou outra gracinha, mas o melhor é buscartrattorias fora do centro turístico. Até para provar o genuíno prato do dia a dia (caiu o hífen disto, certo?) do florentino.
O Pitti contém uma pancada de museus temáticos diferentes no mesmo local.
Acho que será impossível ver todos no mesmo dia

Santa Maria Novella, de Dias Gomes.

Dia 22, domingo, é dia de acordar cedo pra aventura. Retirar o carro alugado na Hertz, relativamente perto do hotel. E sair pelas estradas da Toscana, rumo à Siena e parando onde der na veneta.

Próximo capítulo: "Il tosco em Toscana".

3 comentários:

Tina Lopes disse...

O Ufizzi, amigos, o Ufizzi, me faz suspirar até hoje. Por favor, pensem em mim na Sala de Niobe. E apesar do apego aos pratos tradicionais, não peça, não coma, a bruschetta de sei-lá-o-que com fegattini: patê de fígado cru, preto, sobre o pão. Quase morremos. Mas não tínhamos entendido o cardápio. =P

Livia e Rodrigo disse...

Ver o Davi na Academia!! É maravilhoso. Fiquei em estado de choque por alguns instantes. Você leva um susto quando de repente, vira para o lado e ele está lá, enorme diante dos seus olhos. Quanto à comida, Florença é mesmo carinha...mas vale uma dica para um almoço sem luxo. Perto do Palácio Vecchio, existe um local que vende os tradicionais paninis (lanches de baguete) com uma taça de vinho por um preço bem justo. Não há mesas para sentar, todo mundo come por ali, sentado na calçada ou em pé. A escolha desse tipo de almoço é interessante pelo inusitado...Um passeio legal também é ir até a Praça de Michelangelo. Dá pra ver a cidade toda lá de cima. Nós fomos a pé. Uma super caminhada, mas dá pra ir de carro e de ônibus.

Rubão disse...

Aí, Tina, mmoçada! Valeu pelas dicas!