sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Imóveis, imóveis

Eis a questão - que se desdobra em muitas outras, uma vez que o que se quer nunca é o que se pode. Ao menos para nosotros, remediados.

Casa ou apartamento? Comprar pronto ou construir? Lote plano ou piramba? Um imóvel mais barato para evitar se endividar tanto ou um melhorzinho, até o limite das nossas possibilidades?

Dúvidas, dúvidas. E a convicção da gente muda como a lua e as marés.

O que não muda é a vontade de experimentar a próxima etapa da vida: um lar familiar.


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Pudera ter uma casa. É, desde o útero, minha predileção.

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Eu gostaria muito de conseguir propor assuntos inteligentes, atuais e de interesse público. Mas The Quest For A Nice Home vem ocupando pelo menos três quartos do meu cérebro - o que só pode ser uma incongruência, visto que ultimamente ele está mais para uma quitinete.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Oh-My-God

E eu achando que era o único a ter reparado



Claro, é preciso ter visto o seriado Friends pra entender.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

stand-by

Por enquanto, cabeça só para imóveis e trabalho.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Quack

Por que ao certo, não sei. Mas tão logo a irmã contou que vai ter um menino, a memória me levou de volta ao Pato Donald; o Donald do Carl Barks.

Tenho-lhe especial simpatia desde criança. Vai ver, é identificação.

Senão, vejamos:

Primeiro de tudo: é um pato, o que, por si só, é muito significativo. Pato proletário e remediado, ganhando o suficiente para a conta do chá. Tem coração manso, escusadas as erupções de temperamento. Vira e mexe, mete-se em enrascadas. É encrenqueiro, pois meio azarado e um tanto looser - sobretudo se envolvido em disputas, seja com adversários do quilate de um Tico e Teco ou benzidos pela Fortuna como o almofadinha Gastão. Em termos fashion, indiscutivelmente out: o moço não é de variar com freqüência o figurino. E, apesar de todos pesares - oh, céus -, ainda é o namorado da Margarida!

Já imagino uma vozinha esganiçada me chamando de Tio Rubens. Não me surpreenderá se esse moleque depois virar escoteiro-mirim.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Eureka

Acabei de reparar numa das palavras mais lindas, e doces, da língua portuguesa:

Soneca.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Um rio que passou

EmannuelPinheiro/EM/D.Apress

As chuvas dos últimos dias parecem as habituais do mês de dezembro, aqui em BH.

Será que o Natal também vem mais cedo?

* * *

Por causa da tempestade de ontem, maisomenos às 8h, Carros revirados, amontoados, empilhados por toda a cidade. O Tizé, buteco de minha coleção, no Lourdes, virou parte do leito de um ribeirinho.

Trabalhando na casa do sócio, no Santa Inês, longe das áreas atingidas, vinada. Voltei às 10h30, alheio ao que havia se passado.

E foi, literalmente, um rio que passou.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Só existem dois tipos de pessoas

A) As pessoas que gostam de mim e concordam comigo.
B) Os equivocados.

(do Suassuna)

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Estresse


Cerca de 13 clientes, com demandas que se revezam ao longo dos dias ou semanas, exigem meu tempo e energia aqui na agência. Às vezes, é um job só por cliente. Com frequência, são vários, a maioria maçante (jobs fumo) e em grau de urgência similar e simultânea, o que torna a gestão da minha (des)organização e (des)concentração mental (quem me conhece, sabe) uma tarefa nada simples.
Fora da agência, existem outras atividades. O Financeiro aqui as denomina, no seu francês, digamos assim, arcaico, como "Parrá-le-lis-mê!". São os clientes paralelos, cada um com sua cota de jobs trabalhosos e prazos e pititi-pototó.

Não vou nem entrar na seara particular: a procura pelo cafofo, o ataque do Galo, eteceterrá.

* * *

Tenho uma tia que mora na Tailândia. Bem onde, não sei (vergonha). Mas ontem batemos papo pelo msn, e ela reiterou convite para visitá-la. Reclamava: já rodou o mundo, morou em tudo quanto há e até hoje nenhum de nós, pobres parentes pobres, fomos lá nem para dormir no sofá. Perguntou se eu tinha me casado. Respondi que praticamente. Brinquei: guenta, tia, que vou aí passar minha honeymoon.

Ela me atentou: - "Cuida das passagens que o resto é por minha conta".

E agora? Estou na dúvida sobre o custo-benefício. Bangkok ou Guarapari?



Uma das prainhas tailandesas


segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Amar é

Sábado trabalhei, domingo trabalhei. E ainda não terminei. Na dúvida: melhor fazer tudo de uma vez, de manhã até à noite, ou fazer um pouco a cada dia?

* * *
Acordei Meg às 1h30 de domingo para irmos ao aniversário de uma amiga. Numa boate.

Meg se esmerou, se arrumou, se produziu. Já eu tomei banho, que pra mim é o suficiente.

Chegamos ao recinto uma hora depois. Som melhor do que o usual, ajudando a espantar nossos bocejos. Vasculhando no meio da multidão, constatamos que a querida amiga realmente não estava lá. Logo descobrimos: havia viajado para o Rio sem ligar para Meg, entre outros convidados, para cancelar o compromisso.

Saímos às 3h, morrendo numa graninha considerável só para entrar. Ainda houve tempo para a Dra. receber uma cantada lá dentro, coisa que nem vi.

Deus, eu a-d-o-r-o boate.

* * *

Rodamos em busca de um lugar aberto e terminamos na locadora 24h. Fomos pra casa e ficamos vendo Friends, tomando Coca-Cola e comendo biscoito de polvilho até o cantar dos passarinhos.

Taí, fica a sugestão para o Amar é.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Que dia!

O Rio finalmente levou a Olimpíada (que eu também vou pagar).

A Dra. obteve uma ótima notícia, profissionalmente falando.

Coloquei oficialmente meu mocó à venda.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Expecto

Todando volta atrás de volta pra mó de arrumar um lugarzim onde caiba a mim e a Doc and The Little Angels.

Mais do que esperar, expecto. E vou à ação.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Um Marco

Parabéns, ruiva e Brunin.

Bem mal comparando, é como se os Friends tivessem agora o primeiro bebê da turma.

Deve ter chorado, por supuesto. Se na eleição do Lula em 2002 esse cagão ficou funga-não funga, que dirá agora que veio aquele que irá, daqui em diante, governar a sua vida e a de sua mulher.

Com chocalho de ferro, espero (hehehe).





Perdido no espaço

Minha mente é um globo por meio do qual gravitam umas dezenas de preocupações meteóricas e ansiedades satélites. Nenhuma de menor interesse público. Que me azucrinam como uma auréola de moscas. E me preenchem com tamanha densidade que transformam minha cabeça num permanente buraco negro. De onde nada escapa que sirva de crônica ou algo a se comentar que valha a pena.

Se, em condições normais, o resultado já não seria lá essas coisas (afinal, nada viria de onde menos se espera) - nenhuma discussão séria, inteligente ou importante -, imagine com uma chuva pleonástica de pendências cadentes.

PS. Na verdade, o que mais ralha o cosmonauta aqui é achar um espaço ali pra chamar de seu.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Dude

Dude, is perfect. Fake or real, doesn´t matter. It´s fun.




sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Hora da cegonha

Bruno, mifi.
Marquim nasceu?

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Efeméride de hoje

Ouvi dizer que hoje é o Dia Mundial Sem Carro.

Dispenso homenagens. Que o ladrão não leve isso ao pé da letra.

Atribulados

Mim trabalhar muito. Ler não muito.

Chamar mim Segunda-Feira.

Mim Tribo dos Atribulados.

Tribo valente. Mim guerreiro valente.

Hau.

Mim mora gruta pequena.

Mim procura gruta maior.

Pra caber Dominga - mulher de mim - e Sextinha e Sabadinha.

Mim quer tocar.

Mim gosta ganhar dinheiro.

Dinheiro bom.

Mim ganha pouco.

Mas mim diverte.

Hau.


sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Maus tratos

Tchurma do português - Meg, Helê, A. None Moh, Nanda, Bruno, Leo e a quem mais aprouver -, socorram-me.

Estranho toda vez que leio a frase que termina o post anterior: "Que cada um seja julgado pelo que é de direito".

Na hora de escrever foi a mesma sensação, porém mantive daquele jeito. Porque eu poderia dizer tranquilamente "...pelo que for de direito". Mas, por birra, não me apeteceu - eu queria escrever "...pelo que é de direito", ora. E pronto.

A dúvida: é errado de antemão ou é facultativo, dependendo do sentido que quem escreveu realmente queria transmitir? Talvez não passe de um erro banal de concordância verbal, mas tô com preguiça de pesquisar. No instante em que uso o subjuntivo ("Que cada um seja..."), obrigatoriamente eu teria que usar na outra oração o "for"?

For isso, tô com a auto(ainda tem hífen?)indulgência espertinha do Verissimo e não abro: essa nossa gramática tem que tomar umas todo dia pra saber qual é o lugar dela. Eu sei por que bato, ela certamente também sabe por que apanha.