terça-feira, 30 de março de 2010
Oh, pedaço de mim
segunda-feira, 29 de março de 2010
Armando
sexta-feira, 26 de março de 2010
Jotapê
quinta-feira, 25 de março de 2010
Parabéns
quarta-feira, 24 de março de 2010
Casa
terça-feira, 23 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
La Pulga
Em 2005, falei pro Leo: Esse Messi é diferente. Soará acaciano, mas vai assim mesmo: se a besta do Pekerman tivesse botado o menino pra jogar direito em 2006, tudo poderia ser diferente para os argentinos. Agora, parece que todo mundo anda enxergando o óbvio. O bicho já figura na ante-sala do Panteão do futebol: só falta o êxito numa copa pra consagração.
sexta-feira, 19 de março de 2010
¡ay!
Topei com um concurso cultural da Espn na internet e, custa nada, fui lá participar. A promoção consistia em responder a uma questão em no máximo 256 caracteres. Autores das duas melhores frases ganham uma viagem à Espanha (com acompanhante) para presenciar, dia 11 de abril, no Santiago Bernabéu, o clássico entre Real Madrid x Barcelona.
A pergunta era a seguinte:
De que lado desta batalha você está? E por quê?
Ai, quién me dera ter ganho. Me desembestei a responder assim:
Viver o futebol num sonho de Quixote
“Que chute! Que dribles! Que toque!”
Valente, como se a domar o touro à unha
Somente entre as fileiras da Catalunha
Pois é este o futebol cuja alma não esgarça:
Por ser Brasil, mais do que nunca hoje sou Barça!
quinta-feira, 18 de março de 2010
Rosinha, sim, vai encarar?
terça-feira, 16 de março de 2010
Marujo
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Mas foi nele que espelhou o céu.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Meu Deus, vou ser pai
sexta-feira, 12 de março de 2010
Dizem que é de Caymi
"Se o horário oficial é o de Brasília, por que a gente tem que trabalhar na segunda e na sexta?"
quinta-feira, 11 de março de 2010
Torcedor
Vez em quando me dá vontade de virar a casaca e torcer pra outro time. Não tenho compromisso com a burrice.
Gosto de bom futebol. Destemido, com toque de bola, jogado pra frente. E a cultura imbecilóide que se posta sobre o Atlético Mineiro como uma auréola, desde sempre, e infelizmente, é a de que “tem que ter raça”. Raça, raça, raça.
Tudo bem, sem elán não chupa nem um Chicabon. Mas pergunto: e o bom futebol? Não conta?
Essa mentalidade deturpada impregna e perpassa tudo – torcida, jogadores, dirigentes. E é em boa parte a responsável por essa draga em que o Galo está há décadas. Se o clube, o dístico e tudo o mais que o representa não mudar radicalmente a cultura – abandonar a valorização do futebol brucutu, do futebol de “machos”, para valorizar o futebol bonito, que eventualmente o levará às vitórias - não haverá solução. Pobre Galo. Sempre entre a tragédia e a chacota. Não é por acaso que quase ninguém o respeita.
Mas, se fosse mesmo virar a folha – comportamento condenado por nossos pares – aonde miraria minha simpatia?
Cruzeiro, não posso. Sem contar que é muito melhor tê-lo como rival, um rival de respeito.
Corinthians e Palmeiras, nunca. Antipatia plena.
Botafogo. Tremenda simpatia, o time de Mané. Mas muito parecido com o Galo nas patetadas.
Fluminense. Muito aristocrático.
São Paulo. Joga pra frente, mas – hum – não...
Flamengo. Jamé.
Os do sul. Uma identificação muito distante.
Santos. Opa. Também é alvinegro, tem tradição do melhor futebol brasileiro, meteu
Mas, ai de mim. E seu eu começar a torcer pro Santos e ele começar a jogar mal?
Vou ficar com o Galo. Só mais um pouquinho.
terça-feira, 9 de março de 2010
Fabulices
Acordo e estou numa praia deserta tomando água de côco. A claridade é forte e estreita os olhos. Tudo está
Leio dois parágrafos e paro. O Livro não está perto do fim. Levanto a cabeça outra vez rumo ao horizonte. Algo reflete mais do que a espuma do mar. Um objeto avança e reflui por sobre a indiferença das ondas... Metálico? Não. Vidro.
Decido ir até lá. Cato a garrafa transparente e a examino. O sol no polido da superfície raia meu rosto. Vedada por uma rolha, contém o que parece ser um pergaminho.
Trago a garrafa para debaixo do coqueiro e me sento. Cravo a rolha nos dentes e a cuspo adiante. Removo um volumoso maço de papéis antigos. Cheira bolor. A impressão não fora danificada; as páginas, suficientemente legíveis.
A narrativa é de espantosa familiaridade; são trechos do volume que eu estava lendo pouco atrás – a se iniciar exatamente do ponto onde minha leitura havia terminado.
Fito detidamente o Livro por alguns minutos. Giro os olhos e encaro o assombroso alfarrábio. Num rompante, levanto e atiro com força o Livro sobre o oceano. Encharcando-se, logo sucumbe.
Tomo o pergaminho e recomeço a leitura, tranqüilizado. Depois adormeço.
Wouldn't it be nice?
Wouldn't it be nice if we were older?
Then we wouldn't have to wait so long
And wouldn't it be nice to live together
In the kind of world where we belong
You know it's gonna make it that much better
When we can say goodnight and stay together
Wouldn't it be nice if we could wake up
In the morning when the day is new
And after having spent the day together
Hold each other close the whole night through?
Happy times together we've been spending
I wish that every kiss was never ending
Wouldn't it be nice?
Maybe if we think and wish and hope and pray
It might come true
Baby then there wouldn't be a single thing we couldn't do
We could be married
And then we'd be happy
Wouldn't it be nice?
You know it seems the more we talk about it
It only makes it worse to live without it
But let's talk about it
Wouldn't it be nice?

