
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Barbatana-de-valsa

terça-feira, 18 de agosto de 2009
Disque M para matar
Já no Brasil, não resta a menor sombra de dúvida sobre aquele que é um dos mais cruéis, deploráveis, ignomiosos métodos de se castigar o pecador mais ordinário, reduzindo tudo o que porventura houvesse de bom e de generoso em sua alma a uma mera pilha de cinzas.
Sim: o telemarketing.
Não são só os operadores. São os chefes. Os supervisores. Os gerentes. O fluxograma. O sistema. Quem bolou o sistema.
É de uma imbecilidade de escorrer lágrimas. De doer, fisicamente.
Nunca fui o que se chame de um santo. Mas depender em vida dos serviços de telemarketing me desperta os desejos sombrios de querer ser, por breves momentos, sádica, terrível e deliciosamente demoníaco.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Hidra
Jabá
http://domingaodofaustao.globo.com/Domingao/Garagemdofaustao/0,,16989-p-V1102986,00.html
Quinta feira: Odilara no “Vinnil Cultura Bar”/ Rua Inconfidentes,1068, Sobreloja, Savassi / 21h / R$ 10,00 Mulher - R$ 12,00 Homem / (31) 3261-7057
Sábado: Odilara no “Butiquim Santo Antônio”. / Rua Leopoldina, 415, Santo Antônio /17 horas 30 min / R$ 15,00 / (31) 9213-9147
Straw dogs

Li que vão refilmar Sob o domínio do medo (Straw Dogs), de Sam Peckinpah - um dos filmes mais perturbadores, aflitivos e emocionalmente conflitantes que já vi.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Bobagem
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
No Mineirão
terça-feira, 11 de agosto de 2009
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Tio Rubens
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Mantras
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Sopa de letrinhas
É tudo FDP
CLÓVIS ROSSI
Na Folha de S.Paulo de hoje:
Imagens do lodaçal
Primeira imagem: Luiz Inácio Lula da Silva abraça Fernando Collor de Mello.
Ajuda-memória: Fernando Collor de Mello vem a ser aquele cidadão que, além de ter sido o único presidente afastado do cargo por falta de decoro em um país em que o decoro é artigo raríssimo, pagou a uma mulher para dizer na televisão que seu adversário (justamente Lula, naquele momento) quis obrigá-la a abortar da filha que ambos tiveram (Lurian).
Esse tipo de atitude é tão indecente, indecorosa, delinquencial que desqualifica qualquer pessoa para a vida pública (a rigor, também para a vida privada).
Não é, portanto, passível de perdão.
Lula até poderia aceitar o apoio de Collor para fazer parte da maioria governista.
Aceitou o apoio de tantos outros desqualificados que, um a mais, um a menos, nem se notaria.
Daí, no entanto, a abraçá-lo publicamente e a elogiá-lo vai uma distância que, percorrida, desqualifica também a vítima de antes.
Segunda imagem, a de ontem: Fernando Collor de Mello cumprimenta José Sarney.
Ajuda-memória: Fernando Collor de Mello vem a ser aquele cidadão que com maior virulência atacou o governo Sarney, a ponto de chamá-lo de ladrão, pelo que jamais pediu desculpas.
Sarney nunca escondeu o profundo rancor que sentia pelo seu desafeto, que, aliás, só se elegeu porque era o mais vociferante crítico de um presidente que batia recordes de impopularidade.
Ao abraçar Collor e aceitá-lo na sua tropa de choque, Sarney implicitamente dá atestado de validade aos ataques do Collor de 1989 e, por extensão, junta-se a ele na lama.
Que Collor, o indecoroso com condenação tramitada em julgado, ressurja com os mesmos tiques e indecências de antes compõe à perfeição o lodaçal putrefato que é a política brasileira.

